Depoimentos

  • Leila Santos

    Eu enfrento o racismo com Teatro!
  • Manuel da Paixão

    O racismo para mim tem sido a indiferença de muitos no colégio, trabalho e até na família. Enfrento com pensamentos positivos, com a esperança de que um dia os racistas entendam que vale a pena respeitar e viver!
  • Manuel da Paixão

    A cada dia busco me empoderar e consequentemente as pessoa ao meu redor, mostrando que o lugar do negro na sociedade contemporânea é de acessão contra todo um sistema pós escravista que ceifa a vida dos nossos para isso temos que denegrir assim universidades em todo o país.
  • Manuel da Paixão

    Não deveria existir o racismo por que somos todos iguais.
  • Manuel da Paixão

    Enfrento o racismo ignorando e desprezando Karl max.
  • Manuel da Paixão

    Postando quadrinhos com negros protagonistas no @artdanatt
  • Manuel da Paixão

    Com o incansável discurso que a cor da pele ,não define conhecimento atitudes e caráter . Somos todos iguais .
  • Manuel da Paixão

    Com muito amor
  • Manuel da Paixão

    Apesar do nosso país ser multiracial, ainda assim, em pleno século XXI nos deparamos com esse pensamento estupido e irracional que é o preconceito racial. Como disse o poeta, " o Brasil é um jardim de flores e cores diferentes, só que a ignorância não nos deixa ver isso".
  • Manuel da Paixão

    Enfrento com amor e respeito, até mesmo pelo racista.
  • Manuel da Paixão

    Políticas públicas de conscientização
  • Manuel da Paixão

    Eu enfrento com comunicação.
  • Manuel da Paixão

    Empatia, é a chave e solução.
  • Manuel da Paixão

    Eu enfrento o racismo com a aceitação da minha cor.
  • Manuel da Paixão

    A desigualdade é muito grande, principalmente no campo profissional, assim como em outros locais. Onde o negro entra já é mal visto. Eu tento enfrentar o racismo com educação, pois não devemos nos igualar aos preconceituosos.
  • Manuel da Paixão

    Empoderamento , resistência
  • Manuel da Paixão

    Costumo enfrentar baseado-me nas leis, e sendo o mais educada possível. Mostrando que independente de cor, eu sou humana, sou cidadã, e tenho direitos e deveres como qualquer outro.
  • Manuel da Paixão

    Dizendo não ao racismo!13
  • Manuel da Paixão

    A auto aceitação é de fundamental importância para que nós negros (um ser altamente discriminado pela sociedade) saiba e tenha consciência de que podemos ocupar espaços de poder assim como os brancos. A luta não para, falta muito, mas se preparem que estamos chegando! #ANTIRACISTA
  • Manuel da Paixão

    Ser descendente de negro, ter cabelo crespo, viver entre os nossos.. Minha pele é clara mas meu sangue é negro.. o q eu vivo diz muito sobre o q é carregar na pele a negritude e ser filha dos deuses africanos é manter vivo uma luta q é nossa. Viva zumbi, viva Osalá.
  • Manuel da Paixão

    Com vergonha em pleno século que vivemos.
  • Manuel da Paixão

    Sem olhar pra diferença de cor ou gênero , diminuiria a descriminação.
  • Manuel da Paixão

    ignorando por que cada um nasce do seu jeito e ninguém tem nada haver com isso.
  • Manuel da Paixão

    Mostrando cada vez mais o meu poder por ser negra, buscando um futuro diferente do qual estamos acostumados a ter.
  • Manuel da Paixão

    Nós somos pretos com orgulho, nosso quilombo se junta pra enfrentar o racismo. O preto e chave.
  • Manuel da Paixão

    Eu emfrento o rascismo com educação, com informação, em todos os momentos do meu dia. Desde de educar meus alunos e levantar discussões sobre empoderamento, até mesmo nas ruas quando escuto ou vejo alguma expressão que deslegitima minha cor. E preciso entender que racismo é um sistema profundo que dessistitui direitos através da cor da pele e traços físicos, o racismo mata todo dia e devemos combate-lo.
  • Manuel da Paixão

    Bom, eu enfrento o racismo com respeito e amor ao próximo. #Respeito #Amor
  • Manuel da Paixão

    Tem que ser respeitado.
  • Manuel da Paixão

    Todos nós somos iguais independente da cor. O que eu faria para melhorar em primeiro lugar conscientizar as pessoas de que vivemos em uma sociedade em que quase toda população é negra e o máximo que devemos ter é respeito!
  • Manuel da Paixão

    Educar e respeitar. O respeito e a educação começam na escola,ou seja, começar esse processo nas crianças, pois ninguém nasce revista.
  • Manuel da Paixão

    Empatia, se por no lugar do outro. Imagine se todos que julgam sofrassem na pele diariamente o preconceito do básico que é andar de mãos dadas com seu parceiro sem sofrer represálias e xingamentos em sua direção.
  • Manuel da Paixão

    Concuentizar a população que somos todos iguais independente da cor da pele , essa conscientização deve acontecer nas escolas desde o jardim de infância .
  • Manuel da Paixão

    Pra mim, preconceitos de qualquer espécie, não existe, pois nós todos somos seres humanos e temos que ser respeitados, não importa a condição. Não aos preconceitos em geral.
  • Manuel da Paixão

    Com respeito a todos os indivíduos de forma justa, sem levar em conta a cor, pois afinal todos somos humanos e nossa raça deve ser apenas essa a humana. Quanto mais as pessoas compreenderem que tentar diferenciar uma da outra pela cor da pele não passa de uma bobagem, mais vamos progredir.
  • Manuel da Paixão

    " CONHECIMENTO " é preciso para combater o racismo
  • Manuel da Paixão

    Conhecimento, ousadia e auto estima !
  • Manuel da Paixão

    Eu enfrento o racismo com respeito , educação, igualdade . Salvador cidade negra racista , não julgue pela aparência
  • Manuel da Paixão

    Acho que as pessoas no mundo precisam para de se preocupar com o físico e se pr ocupar mais com a essência do ser humano. Acredito muito que o amor sempre é a resposta. Isso que está faltando. Amor, compaixão, gratidão por algumas coisas, e respeito, acima de tudo.
  • Manuel da Paixão

    Nós poderíamos olhar para dentro de nós mesmos e pensar em nossos antepassados que sofreram.
  • Manuel da Paixão

    Enfrento o racismo com meu belo sorriso negro e minha simpatia herança dos meus ancestrais, eu tenho uma concepção de que não deveria existir a palavra intolerância pois tanto na cor como na religião não tem que ser tolerante e sim respeitar apenas respeitar a cor da pele e a religggi ou a opção sexuais do outro. Sou negra assistente social nordestina com orgulho. Sofri e sofro preconceitos por hoje residir em outro estado.
  • Manuel da Paixão

    Com autoestima e respeito
  • Manuel da Paixão

    Eu enfrento o racismo com evolução, amor e educação!
  • Manuel da Paixão

    Conscientização em todos os setores, ações positivas, criar políticas contra o racismo.
  • Manuel da Paixão

    Eu enfrento batalhando todos o dias pelas mulheres negras. Estudando e ocupando os espaços que são nossos!
  • Manuel da Paixão

    Através da educação. Para poder ocupar lugares que antes não tínhamos acessos por não "possuir" conhecimento. É uma luta diária, no entanto permanecemos resistindo.
  • Manuel da Paixão

    Como já diz no quadro de "e você, como enfrenta o racismo?": "O Brasil tem que reconhecer que é um país racista, para depois procurar a solução." Concordo totalmente. Pois, como vamos resolver algo que não reconhecemos?
  • Melyssa Souza

    Devemos combater mostrando que todos viemos da mesma raiz, que a cor da pele não influencia em personalidade, em jeito, inteligência e etc. Nenhuma religião ou crença deve influenciar isso.
  • Greice kelly

    A educação é a maior ferramenta, não tem que ter prioridade para negro ou branco ! Precisamos aprender sim ! Mas com as crianças que não tem a mente comandada por ignorância e sim inocência.
  • William (paradise)

    A principal causa se encontra, em pessoas que não se impõe no lugar do próximo, então eu tentarei à através da própria música, influênciasa-los a se por no lugar do próximo e enchegar que a mais pura verdade é que somos todos iguais sem sobra e dúvidas, a história está aí para provar !
  • Caio

    Enfrento de forma bastante surpresa, pois vivemos num país tão diversificado, onde a mistura de raças é bastante evidente e ainda sim convivemos com um racismo que ainda é imposto, porem de forma mais obscura, onde através de olhares e gestos sentimos na pele o quanto ainda somos discriminados.
  • Bruno Alexandre

    Educando, ensinando que no Brasil o processo histórico-sociológico nos faz altamente mestiços. a Além disso, temos normas regulamentadorss tanto constitucionais, quanto infra-constitucionais, a exemplo das leis ordinárias, estas norteadas por um princípio norteadora muito importante que é o princípio da dignidade da pessoa humana, que nos permite regular uma multiplicidades De atos, inclusive o racismo, a exclusão e nos faz agirmos com respeito às diferenças. O que sana uma série de conflitos humanos, trazendo paz, segurança jurídica, e justiça social.
  • Brisa brasileiro

    Enfrento com resistência diária.
  • Elara Mello

    Enfrento com desconstrução diária, me auto reafirmando, ocupando espaços.
  • Mateus Caetano

    Os seres humanos estão doentes,e pro usam uma razão pra justificar seu problemas pondo eles nos outros,quando na verdade todos sofrem do mesmo mal.
  • Amanda santos

    Se vc nos tomamos um tiro,morremos como vcs,a cor do meu sangue e a mesma cor do seu
  • Marcos Aurélio

    eu vejo uma falta de respeito pelo seu próximo, afinal somos todos iguais.
  • Tainara

    Eu combato o racismo, conversando com o público mais jovem, mostrando as meninas que podemos nos amar, respeitar e acreditar em nós mesmo. Pode começa com um simples gesto como não alisa o cabelo. Até se empoderem e mostra que somos o maior público dessa sociedade.
  • Marco Luiz Mendes de Oliveira

    Conscientizando outros afro descendente dos seus direitos e deveres nuna pespectiva politica e social.. tendo Direito de está nos lugares tanto discurssivos quanto subijetivo sendo respeitado como ceres humanos. Somos todos humanos…
  • Rosângela lima

    Enfrento com otimismo. Nos sempre temos que buscar uma melhor educação e estar em constante evolução. Combatemos o racismo estudando, ocupando espaços e buscando sempre o melhor.
  • Jorge Rodrigues

    Na vdd acho um absurdo no país que vivemos a maioria da população e afro descendente então acho uma vergonha esse preconceito de raças.
  • Joao Batista Franco

    Eu enfrento o Racismo como algo que não deveria existem ,uma vez que a maior concentração de negros ou vice versa esta concentrado no Brasil e em especial a Bahia temos que banir essa política do racismo que nada acrescenta muito pelo contrário quebra as regras de que no Brasil e em Especial na Bahia o racismo predomina.
  • Joana Batista

    Eu enfrento o racismo, sensibilizando aqueles que acham que o racismo não existe, só porque nunca sentiram na pele.E muitos praticam racismo velado, sem ao menos se dar conta.
  • Elisangela de Assis Peneluca

    Sou negra, mãe, evangélica e estudante de Direito pela Faculdade Ruy Barbosa. Enfrento o racismo com muita militância, nao aceitando mais a negação de direitos ao povo negro, quero com minha profissão erradicar a desigualdade que sofremos diariamente. Essa será minha arma!
  • Railda Souza

    Racismo e conteúdo de gente doente!!! Racismo e coisa de idiotas
  • Manuela Santiago Sacramento

    Todos os dias da minha vida passo por situação de racismo 99%dela são de um racismo velado e este é em minha opinião um dos piores, Pois nos deixa sem poder de reação e se apresenta com elogio simpatia tolerância do tipo vc é uma morena linda sabendo q não sou morena coisa nenhuma ai dizem "a e q não gosto de chamar ninguém de negro"blá blá blá.
  • Dilson Dias Santos

    Olá , Como superar isso ? Racismo uma palavra forte que poderá para quem nao sabe respeitar os direitos iguais da humanida. Devemos enfrentar com coragem luta percerveranca determinação força fé , superando todos os obstáculos da vida .muitos não entendi que racismo é qualquer doutrina que sustenta a superioridade bulogica cultura ou moral de determinada população, povo ou grupo social considerado como raça. Desta forma a questão gira em torno do fato de que o indivíduo negro e constantemente sub jugado e explorado ,como poderá concorrer de forma igual com um cidadão de cor clara!…
  • Roberval Ribeiro Chaves

    Olá Boa Noite,Minha História de Vida é grande,vou resumir um pouco,não desejo para ninguém passar o que passo,Infelizmente sofro com o Racismo dentro da Minha Própria Família,Meu pai separou de minha mãe,deixou nós na casa dos meus avós,e eles sempre humilham eu por ter nascido com a cor da pele do meu pai,meus tios também ,tenho muito para contar mas,não consigo…
  • Simone Santos Silva

    Não sou negra na cor. Mas tenho certeza absoluta que em vidas passadas fui negra, fui escrava, minha alma é negra. Acho um falta de respeito com Deus quando uma pessoal não aceita o q ele fez. Negro assim como o branco são todos criação do nosso Deus todo poderoso. Isso é o que importa. A beleza negra é surreal, não tem como explica esse fenômeno. Combater com amor. Sempre
  • Helena Vitoria Nascimento dos Santos

    Eu, Helena Vitoria pedagoga e contadora de estória enfrento o racismo levando as escolas que tenho acesso a promoção do respeito a diversidade através da literatura.( Facebook: O que tem atrás da porta?).:
  • Aurelice dos Santos sales

    Enfrentar o Racismo em Salvador, é doloroso pois, sempre ouvimos á mesma frase “Não existe racismo aqui”. Quem sofre é que sabe, Sou Bacharel em Turismo pela FIB (agora Estácio) e Pós-Graduação em Gestão Ambiental em Municípios ( UTFPR ). Poderia enumerar diversos episódios na minha viada. Mas o que mais me impactou é a negatividade de professores de Graduação em menosprezar e desacreditar uma pessoa preta. Sempre era questionada se realmente tinha feito trabalhos acadêmico como se tivesse colado e/ou copiado de outrem. Disse várias vezes que, “se não acredita argua”, tire suas dúvidas com questões relevantes ao tema proposto e ao trabalho. Fui uma das melhores alunas da graduação e a primeira na Pós-graduação. O tapa na cara deses racistas de plantão é sempre estar um passo à frente. Mais mesmo assim, fui impedida de atuar na área de turismo, realizava e passava todas as etapas da seleção, ao chegar na Entrevista, Nunca tinha o perfil. Frustrante!
  • Verônika Santana

    DESABAFO! Ser Negro(a) não significa ser ladrão(a).

    Eu, VERÔNICA SANTANA, 41 anos, produtora de elenco da agência de Moda One Models, assim como prestadora de serviços de grandes marcas em Salvador, São Paulo e outras ex: (NBlack e Dresscoracões) e Moradora do bairro de Santa Cruz, venho através desta  expor minha indignação de dor, de revolta. 
    Esse episódio ocorreu comigo no dia 16/10/2017, no MERCADO ATACADÃO SA, da ROD. 535, POLO PETROQUÍMICO -CAMACARI-BA.

    Desabafo: Infelizmente cada dia que passa, nós somos discriminados, ofendidos, chicoteados, acusados, só pelo fato de  sermos negros. E a questão mais revoltante, é
    quando estamos sendo acusado por um irmão do mesmo tom de nossa pele! Ai, é de dor.
    Tudo iniciou, quando eu estava indo pra Camaçari, e resolvi parar no MERCADO ATACADÃO SA, do POLO PETROQUÍMICO,  para comprar um produto no qual eu não achei, Então  resolvi comprar um iogurte DANONE GREGO TRADICIONAL,  que custa R$ 2,09 ( dois reais e nove centavos),  Então peguei o produto e me dirigir até o caixa para pagar, como vocês podem observar o horário em que eu realizei o pagamento da compra do produto no horário das  10:41:50. Após o término do pagamento perguntei a operadora de caixa, se eu poderia ficar ali, na praça de alimentação para degustar o produto que eu tinha acabado de comprar e a mesma mim informou que SIM,  pois eu estava acompanhada da nota e que não teria problema algum. Então me dirigir até a praça de alimentação e comecei a degustar esse produto que havia comprado. Levei em torno de quase 30min sentada na praça de alimentação. Após esses 30 minutos passados, resolvi ainda em posse da nota em mãos, resolvi entrar e realizar uma nova compra para seguir meu destino. Após eu pegar todos os produtos que precisava, e me dirigir até o caixa para realizar o pagamento dessas novas compras, o segurança da área de perecíveis do MERCADO ATACADÃO SA "POLO PETROQUÍMICO",  me abordou de uma maneira preconceituosa,  grosseira e abusiva, no meio de todas as pessoas que ali estavam presente pudessem ouvir:  *SENHORA! PAGUE O IOGURTE QUE A SENHORA DEGUSTOU E NÃO PAGOU! Eu olhei pra ele e falei toda assustada! Como assim eu não pague? Repete! E o mesmo tornou a repetir para que todos ouvissem, PAGUE O IOGURTE  QUE A SENHORA DEGUSTOU E NÃO PAGOU! Então fiquei super nervosa quando vi aquelas pessoas me olhando com ar de desconfiança , como se realmente eu estivesse furtado aquele produto no qual ele me acusava. Então  falei com o mesmo, que ele não poderia fazer aquilo, porque ele estava me constrangendo no meio daquelas pessoas,por uma coisa que ele não tinha prova e que não era real aquela acusação que ele estava me acusando de ter furtado. Ele começou a me constranger de tal maneira, que eu disse que não mostraria nota alguma a ele, por conta daquela abordagem agressiva, e que ele provasse que realmente eu furtei dentro da loja. Então o mesmo respondeu que ele não tinha que me provar nada, que eu que teria que provar a ele,  porque se não ele iria tomar as providências dele. Foi então , que virei pra ele e disse que ele poderia tomar as providências que ele quisesse, por que eu não devia nada a polícia, nem mesmo a imprensa. E que ele chamasse mesmo, pois eu só mostraria a nota na frete da Polícia ou da imprensa, pois eu iria provar que não tinha furtado nada dentro da loja, como ele falava.
    Sei que a confusão foi muito feia, e eu só sair de lá,  após mostrar a nota pra eles, que realmente eu estava correta, e que já tinha efetuado o pagamento daquele produto que ele me acusava de ter tido furtado.
    Acabei indo com 2 (dois) clientes até a delegacia de CAMAÇARI onde realizei um B.O ( Boletim de Ocorrência).
    Isso é um ato revoltante e constrangedor.
    Graças a Deus tenho uma família maravilhosa, familia de pessoas negras, que sempre souberam educar a mim e aos meus irmãos.
    Sou negra, SIM! Negra com muito orgulho, e não me envergonho da minha raça, nem da minha cor.

  • Daniela Cairo

    Eu enfrento com respeito e com vontade de superar esse problema social, que é o preconceito racial Todos contra o racismo, discriminação, xenofobia e intolerância racial!
  • Cristiane Marques de Souza Jesus

    Enquanto estava em uma loja comprando, meu filho que tem 12 anos negro, cabelo crespo estava sentado me aguardando, enquanto fui ao provador a proprietária da loja chamou ele no canto e mandou ele abrir a bolsa, mais ele só me falou quando cheguei ao carro , voltei a loja e ela me disse que não viu nada demais em mandar meu filho menor abria a bolsa em um local escondido, sem falar comigo e o pai , fui a delegacia e prestei uma queixa achando que ela seria chamada, mais a atendente me informou que o boletim era pra eu contratar um advogado foi na cidade de Tobias Barreto, quando cheguei em feira fui ao Ministério Público e fui informada que como é outro estado não tem como fazer nada. E ai como devo agir? Deixar pra lá, meu filho me disse; "mãe ela me olhava tanto ue estava sem graça e suando muito"
  • Rosiane Cardoso

    Eu enfrento o racismo de duas maneiras; se ocorre na escola onde trabalho entre as crianças e adolescentes, tento explicar que o racismo é nocivo por reduzir as diferenças em sinônimos de humilhação estereótipos e apelidos jocosos. Que foi uma teoria criada por brancos com intuito de lucrar e exterminar o diferente. Se eu sofro racismo em qualquer lugar; eu vou para cima, para o embate político ,teórico e ideológico. Eu enfrento o racismo tirando a máscara estúpida do racista! Eu enfrento o racismo no ambiente escolar com educação!!
  • Márcia Lima de Oliveira

    Eu enfrento o racismo ajudando um outro negro como eu.
  • Maria de Fátima Silva

    Eu enfrento o racismo, cotidianamente, com muita inspiração em meus ancestrais, desde os primeiros navios negreiros aportados aqui na Bahia ate os meus avós. O racismo pode ter se constituído no Brasil, mas desde o início houve resistência, e sempre haverá! E eu continuarei firme e erguido!
  • Leila Cristina Rêgo Andrade

    Enfrentamos o racismo,pegando pesado. Usamos como pano de fundo inúmeras comparações das Fundamentações Cientificas X "Fundamentações": 1)-Religiosas; 2)-Populares; 3)- Senso Comum 4)-Cultura de Massas('politico' e 'econômico'); O fio condutor exaustivamente trabalhado é sistematizar primeiramente tecnicamente no passo a passo as delegações sócias,ou seja as diferentes ações a serem contextualizadas no papel de ser ,ex:mulher… filha …irmã… mãe… esposa…. advogada/pares… promotora… administradora….pesquisadora…etc.(ufa) E finalmente reinventar uma Educação nota dez e um novo papel (?) para o Ministério Público do Estado da Bahia tirar a Educação Brasileira dos últimos lugares da fila no mundo.O Racismo "inteligentemente" é a linha de corte nesse processo natural das insustentabilidades das nações no mundo."SÓ SE ESTABELECE COMO ORDEM QUEM TEM COMPETÊNCIA"; 'CALA BOCA JÁ MORREU…' ( ' ) Interno ( " ) Externo
  • Emerson dos Santos Figueiredo

    Eu enfrento o racismo, cotidianamente, com muita inspiração em meus ancestrais, desde os primeiros navios negreiros aportados aqui na Bahia ate os meus avós. O racismo pode ter se constituído no Brasil, mas desde o início houve resistência, e sempre haverá! E eu continuarei firme e erguido!
  • Leila Cristina Rêgo Andrade

    Eu enfrento o racismo estudando, me informando, frequentando todos os lugares que quero, sem me deixar abater por ações discriminatórias. Meu lugar é onde eu quiser estar.
  • Greice Nogueira

    Racismo… eu enfrento com esclarecimento.
  • J Arnaut

    Raça? Nem branca, nem negra, amarela ou vermelha. Na face da Terra existe uma única raça: a humana. Todos nós fazemos parte dela. Grande idiotice fazer comparações e discriminações, já que de onde viemos iremos retornar. Como diz o grande ditado popular: “Só existe na Terra um único lugar onde não há discriminação, e esse lugar é verdadeiramente democrático, aceita o humano sem perguntar se é rico, pobre, branco, negro, amarelo, vermelho, ou a mistura entre eles. O CEMITÉRIO.
  • Jocilia rosa

    Eu enfrento o racismo não deixando que me diminuam. Apesar de ter formação acadêmica , as pessoas ainda tentam me excluir, mas continuo em seguindo em frente.
  • Fabiana Silva

    Racismo eu enfrento com amor…..amor a minha pele minha cor, amor ao meu cabelo, amor a minha religião, amor a minha cultura, amor a meu povo…